quarta-feira, setembro 21, 2005

This is not a game

Já nada faz sentido. Pelo menos para mim.

O mundo roda, os dias sucedem-se. Cada dia que passa é cada vez mais igual ao anterior.

Cansado do jogo, vagueio por este nível do jogo da vida sem saber o que fazer para passar o nível e sem coragem para desligar os cabos.

Não há códigos para passar o nível, os únicos que há são somente para tornar a o jogo mais engraçado, mas ao fim de uns tempos deixamos de achar piada, mas já não conseguimos largar os códigos. A experiência torna-se ainda mais degradante.

Mas mais uma vez digo: estou bloqueado.

Não sei como passar o nível, o que fazer para as outras personagens me darem os diálogos correctos. Não há diálogos pré-escritos. E o que dizemos, onde dizemos e como dizemos, influencia o desenrolar da história.

OH! Se ao menos pudesse começar de novo, escolher outra classe, sei lá. Fazer um load, tentar de novo.

Mas não, este jogo é mesmo assim. Sem saves, sem restarts.


terça-feira, setembro 20, 2005

Honor

Eu não tenho pais, faço do céu e da terra meus pais.
Eu não tenho casa, faço do mundo minha casa.
Eu não tenho poder divino, faço da honestidade meu poder divino.
Eu não tenho pretensões, faço da minha disciplina minha pretensão.
Eu não tenho poderes mágicos, faço da personalidade meus poderes mágicos.
Eu não tenho vida ou morte, faço das duas uma, tenho vida e morte.
Eu não tenho visão, faço da luz do trovão a minha visão.
Eu não tenho audição, faço da sensibilidade meus ouvidos.
Eu não tenho língua, faço da prontidão minha língua.
Eu não tenho leis, faço da auto-defesa minha lei.
Eu não tenho estratégia, faço do direito de matar e do direito de salvar vidas minha estratégia.
Eu não tenho projetos, faço do apego às oportunidades meus projetos.
Eu não tenho princípios, faço da adaptação a todas as circunstâncias meu princípio.
Eu não tenho táticas, faço da escassez e da abundância minha tática.
Eu não tenho talentos, faço da minha imaginação meus talentos.
Eu não tenho amigos, faço da minha mente minha única amiga.
Eu não tenho inimigos, faço do descuido meu inimigo.
Eu não tenho armadura, faço da benevolência minha armadura.
Eu não tenho espada, faço da perseverança minha espada.
Eu não tenho castelo, faço do caráter meu castelo.


domingo, setembro 18, 2005

Are you lonesome tonight

Are you lonesome tonight,
do you miss me tonight?
Are you sorry we drifted apart?
Does your memory stray to a brighter sunny day
When I kissed you and called you sweetheart?
Do the chairs in your parlor seem empty and bare?
Do you gaze at your doorstep and picture me there?
Is your heart filled with pain, shall I come back again?
Tell me dear, are you lonesome tonight?

I wonder if you’re lonesome tonight
You know someone said that the world’s a stage
And each must play a part.
Fate had me playing in love you as my sweet heart.
Act one was when we met, I loved you at first glance
You read your line so cleverly and never missed a cue
Then came act two, you seemed to change and you acted strange
And why I’ll never know.
Honey, you lied when you said you loved me
And I had no cause to doubt you.
But I’d rather go on hearing your lies
Than go on living without you.
Now the stage is bare and I’m standing there
With emptiness all around
And if you won’t come back to me
Then they can bring the curtain down.

Is your heart filled with pain, shall I come back again?
Tell me dear, are you lonesome tonight?

quarta-feira, setembro 14, 2005

O que escrever?

O que escrever quando não há assunto? Ou melhor, o que escrever quando existem 1001 assuntos a passar pela nossa cabeça, mas sobre nenhum deles flúem as palavras perfeitas.

O amor é uma artimanha inventada pelos gerentes dos bancos para nos fazerem gastar todo o dinheiro. – Arnold J. Rimmer, Red Dwarf

Definition: "Love" is making a shot to the knees of a target 120 kilometres away using an Aratech sniper rifle with a tri-light scope. – HK-47, KOTOR II

Meras definições para definir o indefinível.
O Tempo passa, as estações mudam, mas há coisas que *suspiro* são sempre iguais.

Over and OUT

terça-feira, setembro 06, 2005

ART

Como entre uma obra de arte e uns rabiscos sem qualidade só depende de quem o assina, hj partilho um dos desenhos que fiz no photoshop segundo a técnica Brush sobre fundo liso.

segunda-feira, setembro 05, 2005

Telemóveis

Há de todas as cores, tamanhos e feitios.
É mais um aparelho que veio mudar a vida de milhões em todo o globo.
Mas, estes aparelhos que começaram por ser “pequenas” máquinas de fazer e atender chamadas em praticamente qualquer lado evoluíram muito.
Evoluíram tanto que nos dias que hoje correm servem para tirar fotografias, ver Televisão, Jogar, Fax, Videoconferências, etc. e tal que o mais impressionante que fazem é chamadas.
Muitos de nós ainda temos em casa telefone, e na sua grande maioria ainda são uns telefones antigos sem qualquer visor, ou seja, até levantarmos o oscultador e perguntarmos quem se encontra do outro lado do fio de cobre, estamos completamente alheios a quem nos contacta.
Com o telemóvel (e agora uns telefones mais modernos) isso não acontece.
O número de quem nos contacta aparece logo no visor, e, se o número estiver na nossa agenda do telemóvel, aparece logo o nome da pessoa. E, se for daqueles telemóveis todos catitas, até pode aparecer a cara da pessoa (ou qualquer que seja a imagem que associamos à pessoa), e ter um toque diferente.
Mas, há pessoas que não se gostam de fazer anunciar e têm o numero “Privado”.
Não é sobre os possíveis motivos pelos quais as pessoas preferem não divulgar o número que vou dissertar, mas sobre o porquê de não atender números “privados” ou números que desconhecem.
O Telemóvel toca.
Olhamos para o visor.
Aparece lá um número que desconhecemos (ou “Privado”).
O que fazer?!?
Podemos atender para sabermos quem se encontra do outro lado da onda electromagnética. Saber o que nos deseja, que motivo o levou a tentar contactar-nos, ou, podemos Ignorar. Fazer de conta que não ouvimos, e não satisfazermos a nossa curiosidade.
Sim e esta é a melhor opção.
Porque, quem nos garante que do outro lado não está o nosso arqui-inimigo, sempre pronto a insultar-nos. Ou, como vivemos numa era conturbada de novas tecnologias e terrorismo, quem garante que ao atendermos o telemóvel ele não vai explodir ou ficar infectado com o novo vírus informático?
Sim, cada vez mais estou convencido que o melhor é não atender.
A hipótese de ser alguém que mudou de número, ou está a telefonar de outro telefone por causa do saldo (coisa rara ficar sem saldo), ou podendo mesmo ser da Policia ou de um Hospital com más noticias é tão reduzida que não arriscar atender é perder tempo.

Tenho dito